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DICAS PARA APROVEITAR MELHOR SEU TEMPO

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O mercado no séc. XXI exige total comprometimento do funcionário. Verificar caixa de e-mail pessoal, acessar sites de noticiários, utilizar programas de mensagens instantâneas, efetuar telefonemas particulares, sair para tomar um café, bater papo com o colega da sala ao lado, com dez paradas diárias como estas, pode perder entre 10 e 20% da produtividade.

Outro exemplo, o tal “casual day” ou “Dia Casual”, normalmente às sextas-feiras, as pessoas deixam seus trajes sociais e passam a se vestir e agir como da mesma forma. Estas são algumas das ações que podem ser observadas no cotidiano das empresas durante o expediente de trabalho. As atitudes destacadas acima são apontadas como alguns dos fatores que causam de desperdício de tempo no ambiente corporativo.

De acordo com o professor e psicólogo Newton Ferreira, especialista em RH possui larga experiência em Treinamento e Desenvolvimento de pessoas, e na implementação de projetos de consultoria bem sucedidos. Coordena e ministra cursos utilizando metodologias envolventes e participativas sobre variados temas, tendo já contribuído com o desenvolvimento de milhares de pessoas. “O tempo é um vilão para muitas pessoas. Posso falar com propriedade sobre equipes de vendas, que detestam controles, tais como agenda, relatórios de produtividade, análises de oportunidades e gestão do tempo”, argumenta.

Para Newton é preciso ter pessoas e recursos alinhados, para que tudo funcione. Um profissional que faz o uso de agenda tem apenas esta, como recurso para se organizar. “A agenda não retrata a realidade absoluta para gestão do tempo produtivo desta pessoa, até porque, note que nas anotações dos compromissos de cada um de nós, colocamos o que temos para fazer e não aquilo que verdadeiramente fazemos ao longo dia. Falo em termos de coisas como bate-papo com colegas, e-mails, atendimentos imprevistos para ajudar clientes, interrupções de outras pessoas e muito mais”, adverte.

Segundo o psicólogo os fatores mais importantes para conseguirmos administrar bem nosso tempo produtivo são:

  • Foco: é preciso definir aonde se quer chegar, ter metas diárias e definir uma agenda que tenha o conceito de classificação de nossas tarefas: urgente, crítico, normal.
  • Urgente: é tudo aquilo que é preciso fazer no mesmo dia.
  • Crítico: é tudo aquilo que precisa ser acompanhado de perto, podendo ser até uma pendência que está sendo tratada por você já há alguns dias.
  • Normal: é tudo aquilo que normalmente faz parte da agenda convencional.

O professor considera que elementos como a rotina, levam ao comodismo e à tentativa de manter sempre os mesmos resultados. “O mundo está em absoluta renovação, nos negócios e na vida; perder tempo é perder dinheiro, como diz o ditado. Menos resultados com menos tempo de vida”, enfatiza.

O especialista avalia que o mais correto seria educar-se ao tempo, estabelecendo metas. “Nada de desmarcar compromissos, dividir os objetivos por meio de estratégias e alternativas. Os projetos têm que acontecer em curto, médio e longo prazo. Sempre se focar nos resultados. Se o resultado for bom é que o planejamento está adequado”, defende.

Para concluir Newton Ferreira, acredita que ação, determinação, otimização, além de os momentos de lazer são fatores decisivos para a organização da vida profissional e pessoal. “Ser uma pessoa pró-ativa é ter iniciativa, controle do seu tempo e absoluta segurança do seu trabalho. Basta definir o que é qualidade de vida para você e sua família. Finalmente, mais um grande conselho: invista em coisas que o ajudarão a ser um melhor administrador e realizador”, completa.

Por Pollyanna Melo – www.administradores.com.br

Sucesso em seus negócios,

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21/04/2012 at 21:16 Deixe um comentário

EMPREGO: COMO VOLTAR AO MERCADO DE TRABALHO

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A busca do emprego é difícil para todos, mas pode ser muito mais desafiadora para quem esteve afastado do mercado de trabalho.

Muitas vezes a causa é puro preconceito por parte dos empregadores. Conheço vários casos de pessoas que, mesmo qualificadas, encontram muita dificuldade para encontrar trabalho por alguma destas situações típicas e estereótipos tristemente comuns:

• Aposentado quer retornar ao mercado para complementar a renda da família

• Mulher quer voltar a trabalhar após separação •Mãe deseja voltar ao trabalho após os filhos chegarem à idade escolar

• Esposa precisa voltar a trabalhar para complementar renda familiar

• Funcionário demitido após décadas na mesma empresa precisa encontrar novo emprego

A lista poderia ser muito mais longa, mas os 5 exemplos acima são suficientes para dar a idéia.

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Não existem fórmulas mágicas

Quem nunca conheceu um caso desses? O fato é que o mercado é difícil para todos, mas o preconceito o torna bem mais difícil para diversas categorias, e infelizmente é fácil imaginar o responsável pela seleção pensando: “Esse cara estava parado todos esses anos, não sabe mais fazer nada, tem expectativas altas e vícios formados em seus empregos anteriores, por que eu o contrataria? Prefiro pegar alguém novo, que não se importe de ganhar o piso, e formar a pessoa desde o início”.

Como lidar com isso? Veremos a seguir.

NÃO EXISTEM FÓRMULAS MÁGICAS

Os exemplos acima não são casuais: da época em que me cabia a seleção de profissionais no meu trabalho, guardo a felicidade e o orgulho de ter selecionado pessoas em todas as categorias acima. Não por piedade ou espírito de inclusão social, mas simplesmente por não os ter removido forçadamente do processo seletivo, e no devido tempo acabar concluindo que eram os candidatos ideais para a função. E o tempo provou que eram mesmo.

Mas nem todo encarregado de seleções para emprego tem a mesma atitude, e quem está retornando ao mercado de trabalho precisa estar preparado para empregar muita atitude positiva no processo, buscando uma oportunidade de ficar frente a frente com o empregador e poder demonstrar a ele por que acredita ser a pessoa certa para a função.

Não existe uma fórmula mágica nem uma técnica infalível, mas eis alguns aspectos que você deve ter em mente:

• Atualize-se, e deixe claro que está atualizado.
Saiba o que se exige dos novos candidatos ao seu emprego, e consiga demonstrar que está apto a ter o mesmo desempenho que eles em todas as técnicas modernas. Uso de informática, técnicas de vendas, conhecimento do mercado… cada situação exige um conjunto de habilidades diferentes, que você precisa conhecer, dominar, e estar pronto para demonstrar.

• Enfatize o conhecimento, estabilidade e experiência.
O que você tem, que um candidato ao primeiro emprego pode não ter, é a experiência no ramo. Deixe isto claro, e procure colocar em destaque no seu currículo e entrevistas.

• Recicle sua experiência.
É possível que sua experiência do mercado e tecnologia de 3 ou 5 anos atrás não seja mais corrente. Se for o caso, procure reciclá-la e torná-la corrente. Estude por conta própria tanto quanto puder, se possível faça algum curso ou treinamento formal (o empregador sente-se muito mais seguro quando vê um diploma), obtenha uma certificação, ou faça o que for necessário para poder demonstrar que está por dentro.

• Procure seu antigo chefe e colegas: mesmo que não seja para um novo emprego a eles! Se você tinha bom relacionamento com eles, é possível que eles tenham condições de lhe indicar para alguma vaga, ou ficar de olho para o caso de algo surgir. Eles também podem ser boas fontes para você se informar sobre a situação atual do mercado, e o que mudou desde que você se ausentou.

• Avise seus amigos e familiares: ter uma rede de contatos é muito importante para conseguir um emprego. Os amigos, e os amigos dos amigos, podem ser uma grande fonte de informações sobre oportunidades, e podem servir como referência para você. Não há nenhuma razão objetiva para esconder que você está procurando emprego, e a maioria das razões que podem passar pela sua cabeça tendem a não ser condizentes com o seu objetivo principal de retornar ao mercado.

• Não tenha medo do trabalho temporário: Talvez você ainda esteja acostumado com o panorama do mercado de trabalho pré-globalização, quando um bom emprego era estável e para toda a vida, e um emprego de curta duração era visto como algo negativo, e até mesmo um obstáculo entre você e o emprego estável tão sonhado. Hoje tudo mudou, e um emprego temporário pode ser justamente o que você precisa para daqui a alguns meses não ser mais visto como alguém que está afastado há tempo do mercado de trabalho.

• Veja a situação pelos olhos do empregador: exceto nos casos de preconceito, é claro! É provável que boa parte da sua experiência não seja relevante para a vaga que está disponível agora, e assim você talvez tenha que aceitar ganhar menos do que acredita que vale. Isso faz parte do jogo, e é normal no mercado o empregador não dar tanto valor a declarações de experiência que não sejam recentes. Se você aceitar jogar o jogo pelas regras usuais, poderá ter oportunidade de mais tarde demonstrar a ele o seu verdadeiro valor, e reiniciar a ascenção na carreira. E ver pelos olhos dele facilita a construção da sua estratégia.

Mesmo com as considerações acima, é provável que não vá ser uma jornada fácil. Capriche na sua atitude, e esteja preparado para contra-argumentar com fatos objetivos contra quaisquer preocupações sobre seu tempo de afastamento do mercado que possam ser trazidas à baila em uma entrevista ou outra etapa do processo de seleção!

Fonte: http://www.efetividade.net

Sucesso em seus negócios,

26/03/2012 at 15:10 Deixe um comentário

EIKE BATISTA – O BRASIL NA VISÃO DOS AMERICANOS

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Sucesso em seus negócios,

25/02/2012 at 20:19 Deixe um comentário

O QUE É UM PLANO DE NEGÓCIOS?

O QUE É UM PLANO DE NEGÓCIOS?

O QUE É UM PLANO DE NEGÓCIOS?

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Por: Jean Carvalho Silva

O Plano de negócios ou Business Plan, também conhecido como Plano Empresarial é a segunda etapa de um empreendimento ou projeto. Qual seria a primeira?!

A primeira etapa é aquele sonho, aquela ideia inovadora, ou seja, um projeto ou empreendimento que você tem em mente e pretende colocá-lo em prática.

Um conceito importante e que deve ser compreendido de imediato é que independente da experiencia no segmento do empreendimento em questão, da formação acadêmica e qualificação profissional do empreendedor, este documento será um apoio impressindivel.

O plano de negócios é um documento que especifica um negócio, reunindo informações como: viabilidade técnica e operacional, riscos, ponto de vista estrutural, administrativo, financeiro, estratégico e mercadológico.

Importante! Este documento deve ser constantemente atualizado e não mantido fechado em uma gaveta. Considere uma ferramenta essencial e viva, pois muitas empresas não entendem a importancia e necessidade desse planejamento e consequentemente acabam fechando suas portas precocemente.

Podemos enumerar outras razões relevantes para elaboração de um plano de negócios:

– Atrair recursos financeiros (Linhas de créditos e/ou agência de fomento);
– Dar direcionamento na implantação do negócio (Plano de vôo para o negócio decolar);
– Validar a viabilidade de um conceito de negócio ou a ideia de um novo produto ou serviço;
– Mitigar riscos e a probalidade de morte precoce do empreendimento;
– Instrumento de comunicação com intuito de transmitir credibilidade a diferente públicos;
– Sensibilizar potenciais parceiros e investidores;
– Orientar o desenvolvimento das estratégias, operações e a equipe de gestão;
– Identificar melhor o público alvo, mercado, clientes e as estratégias;

Com base nos conceitos citados acima, podemos entender que o plano de negócios nada mais é de um documento com uma série de questões a serem respondidados pelo empreendedor, abaixo um modelo sintético para auxiliar na elaboração:

Se o empreendedor foi capaz de responder satisfatoriamente a todas as questões de grande importancia de seu projeto certamente estará mais preparado para enfrentar as ameaças do mercado e consequentemente para aproveitar as oportunidades.

Podemos finalizar dizendo que o conhecimento do projeto por si só não é a garantia de sucesso mas, sem dúvida, representa um passo muito grande e importante na implantação do empreendimento.

Sucesso em seus negócios,

24/02/2012 at 15:54 2 comentários

EMPREENDEDORES NÃO PRECISAM DE CURSO SUPERIOR

 

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O início de um novo ano é o momento ideal de pensar nas realizações que poderão ser colocadas em prática nos próximos 12 meses e não se esquecer de sonhar grande! Os empreendedores agem dessa forma e se preparam para os desafios. Alguns buscam cursos, treinamentos e demais fontes de informação e educação de negócios, mas outros nem pensam em estudar.

A formação empreendedora tem estado em evidência nos últimos tempos e a tendência é continuar a ser foco das atenções de escolas de negócios, empresas e dos empreendedores. Mas há controvérsias. O jornal Valor Econômico recentemente publicou um artigo de Luke Johnson, colunista do Financial Times, sobre educação empreendedora, reproduzido a seguir na íntegra. O que você acha, os empreendedores precisam ou não de educação formal em negócios?

É isso aí.

Empreendedores não precisam das escolas de primeira linha, por Luke Johnson

Pessoas que venceram por seu próprio esforço muitas vezes dão mostras de encarar de forma incoerente o ensino superior. Embora tenham obtido sucesso sem ele, querem que seus filhos usufruam de toda a aprendizagem formal disponível. Mas será que um diploma é um ativo real para um aspirante a empreendedor?

Peter Thiel, o bilionário cofundador da PayPal, está convencido de que existe uma bolha na educação universitária americana. Ele considera que a crença, predominante na “intelligentsia”, na vantagem financeira oferecida por qualificações como um MSc (mestrado em ciências exatas), um PhD (doutorado) ou MBA (mestrado em administração de empresas) é irracional. O custo de uma formação acadêmica já vem disparando há anos, mas, até a recessão, poucos duvidavam de que o enorme investimento era uma ideia sensata.

Os pais quase se matam para pagar mensalidades de escolas particulares e o custo de faculdades de renome. Certificar-se de que os filhos tirem as melhores notas e ingressem nos cursos mais conceituados se tornou quase um artigo de fé religiosa entre os profissionais liberais. Nos Estados Unidos, as universidades de primeira linha, coletivamente conhecidas como Ivy League, como as de Harvard e Princeton, entre outras, cobram US$ 50 mil anuais. E devido à obstinação de dezenas de milhões de asiáticos, mais vagas nas cobiçadas universidades ocidentais estão sendo abocanhadas por estudantes chineses e indianos.

Minha atitude perante a educação formal é analogamente equivocada. Embora eu tenha recebido um grau de mestre de uma boa universidade, quase não o usei no meu trabalho. Talvez ele tenha me dado confiança e contatos – embora eu tenha certeza de que esses elementos poderiam ter sido adquiridos de outras formas. Foi certamente um período agradável – mas não as aulas expositivas, pois eu nunca as frequentei, nem as aulas práticas – eu as matei também.

A melhor experiência de meus três anos de Oxford foi inaugurar uma empresa, coisa que nada tinha a ver com meu diploma em fisiologia. Desconfio que muitos estudantes passam a maior parte do tempo bebendo, fazendo amor, dormindo até mais tarde, participando de protestos e assim por diante. Será que isso vale todo o tempo e o dinheiro investidos? A pergunta cabe principalmente agora, quando os alunos se formam endividados até o pescoço, ao mesmo tempo em que se defrontam com um número menor de empregos.

Fiz palestras em doze universidades no Reino Unido nos últimos meses, e em todas os bacharelandos estudam a possibilidade de formar empresas como alternativa às carreiras clássicas em direito, consultoria empresarial e mercado financeiro. Esse espírito empreendedor é uma notícia maravilhosa, mas duvido que as aulas os ajudem em seus empreendimentos. Por que passar anos esperando? O melhor treinamento é simplesmente sair e pôr a mão na massa.

A academia precisa de reformas. As universidades deveriam oferecer cursos mais práticos. As férias são longas e o contrato permanente de trabalho para os professores é um sistema tenebroso. Elas deveriam se desacostumar dos subsídios governamentais e se comprometer mais com o capitalismo. Os contribuintes deveriam receber um melhor retorno da pesquisa que financiam. A ampla criação de riqueza de instituições como Stanford e MIT mostra o caminho. Por outro lado, me preocupa o fato de que a tomada de decisões dentro de nossas torres de marfim evolua a passos de tartaruga.

Mesmo assim, muitos de nós continuam escravos do status que as instituições de ensino são capazes de conferir. Recentemente me tornei professor-visitante de empreendedorismo numa universidade de Londres – aceitei o honroso cargo em parte por vaidade. Da mesma forma, estive no programa “University Challenge” na BBC2, desesperadamente sem conseguir responder a maior parte das perguntas. Em última instância, sei que as universidades e a formação acadêmica têm importância vital, tanto econômica quanto culturalmente – e que a maioria dos professores faz um bom trabalho. Mas desconfio que a iminente depuração, por seleção natural, da educação superior pode ser um bem para todos.

Fonte: http://www.josedornelas.com.br

Sucesso em seus negócios,

06/02/2012 at 10:26 Deixe um comentário

CURSOS ON-LINE GRÁTIS SÃO OPORTUNIDADE PARA INVESTIR NA CARREIRA – JORNAL VALOR ECONÔMICO

CURSOS ONLINE

CURSOS ONLINE

Atualizado em: 25/10/2017

Por Letícia Arcoverde | Valor

SÃO PAULO – Início de ano costuma ser o momento ideal para refletir sobre a carreira e pensar em como avançar profissionalmente. Se o primeiro passo geralmente é apostar nas resoluções e criar metas para si mesmo, o próximo costuma ser arranjar os meios de alcançá-las. Mas e quando os objetivos não cabem no bolso?

A resposta pode estar online, disponível para download ou streaming, e inteiramente grátis. Diversas instituições de ensino renomadas oferecem cursos e aulas abertas que podem ser a oportunidade ideal para quem quer investir na carreira por conta própria – é só ter conexão com a internet e, é claro, um pouco de disciplina. O Valor reuniu algumas opções:

No Brasil:

  • FGV Online: A Fundação Getulio Vargas oferece cursos pela internet com carga horária entre 5 e 30 horas sobre finanças pessoais, empreendedorismo, direito e sustentabilidade.
  • Unicamp: A Universidade Estadual de Campinas disponibiliza todo o material de algumas disciplinas no portal Opencourseware. O centro de computação da instituição também oferece minicursos relacionados à tecnologia da informação.
  • BMF&Bovespa: A bolsa de valores de São Paulo possui cursos on-line sobre finanças pessoais e mercado de ações.
  • Sebrae: A instituição de apoio aos pequenos negócios oferece cursos a distância voltados a empreendedores individuais e micro e pequenos empresários.

No mundo (sites e aulas em inglês):

  • Harvard: Por meio da iniciativa Open Learning, uma das universidades mais conceituadas do mundo oferece algumas disciplinas inteiras em vídeo.
  • Berkeley: Ensino a Distância. Uma das principais preocupações da Berkeley – Inteligência e Simulação em Saúde é estar em constante movimento e trazer novas tecnologias e programas de treinamento para o mercado. Hoje, o Ensino a Distância (EAD) é uma realidade.
  • Yale: A universidade disponibiliza vídeos de disciplinas introdutórias de diversos departamentos, entre eles economia, ciência política e engenharia biomédica.
  • MIT: Com um dos acervos mais completos, o Massachussetts Institute of Technology disponibiliza recursos de mais de duas mil disciplinas nesse canal, com vídeos das aulas, notas e material didático. As áreas variam entre as mais esperadas quando se pensa no instituto, como tecnologia, engenharia e computação e cursos da área de humanas, como antropologia, artes e estudos de gênero.
  • Stanford: Com uma conta no iTunes, é possível baixar vídeo e áudio de várias aulas de Stanford.
  • UCLA: O campus de Los Angeles da Universidade da Califórnia  possui um canal no YouTube em que disponibiliza aulas de diversos temas.
  • NYU: A Universidade de Nova York começou em 2009 um programa piloto de educação aberta e hoje disponibiliza material para seis disciplinas, além de um ambiente on-line onde os alunos ao redor do mundo podem discutir os assuntos das aulas.
  • Udemy:  A Udemy é um Marketplace global de ensino e aprendizado online, onde mais de 13 milhões de alunos dominam novas habilidades e atingem seus objetivos. Oferece alguns cursos gratuitos.

Saiba onde procurar mais:

  • iTunes U:  A iTunes Store,  loja da Apple recém-chegada ao Brasil mais conhecida por disponibilizar downloads de músicas e filmes, possui um braço acadêmico. Nele, cerca de 400 universidades disponibilizam material de graça (Stanford, Yale e Berkeley são alguns exemplos). Para ter acesso aos vídeos e áudios no computador, iPad ou iPhone é preciso ter cadastro na loja e baixar o aplicativo.
  • Academic Earth: Site que reúne palestras e aulas disponibilizadas por universidades ao redor do globo. Possui ranking das mais assistidas e mais votadas pelos usuários.
  • Open Culture: Portal que reúne oportunidades de cursos por área profissional e também de idiomas.
  • Opencourseware Consortium: Comunidade que reúne centenas de universidades e instituições de ensino do mundo todo comprometidas com a disseminação do conhecimento, incluindo a maioria das citadas aqui. No site, é possível buscar cursos por país, tema, língua e instituição de ensino.

(Letícia Arcoverde | Valor)

Sucesso em seus negócios,

15/01/2012 at 22:01 Deixe um comentário

QUAL O MELHOR MOMENTO PARA FAZER MBA?

APESAR DE AUMENTO NA OFERTA, MBA DEVE SER ESCOLHIDO COM CUIDADO
Especialista afirma que alunos recém-graduados devem adquirir mais tempo de experiência antes de optar por esse tipo de curso

QUAL O MELHOR MOMENTO PARA FAZER MBA?

“Sugerimos que o candidato a MBA tenha de 3 a 5 anos de experiência no mercado de trabalho”, diz John Schulz, da Brazilian Business School (BBS)

A oferta de cursos de pós-graduação conhecidos como MBAs (Mestrado em Administração e Negócios, em inglês) é cada vez maior. Mas, de acordo com Armando Dalcoletto, secretário executivo da Associação Nacional de MBA (ANAMBA), é importante saber procurar um curso de qualidade em meio a tanta oferta. E, além disso, o candidato deve analisar se está no momento de carreira ideal para aproveitar bem esse tipo de formação.

“O primeiro item a ser considerado é em que estágio da carreira que o profissional está”, alerta John Schulz, sócio-fundador da Brazilian Business School (BBS). “Há pessoas recém-formadas que já querem fazer um MBA. Sugerimos que o candidato tenha de 3 a 5 anos de experiência.”

Caso o aluno não se encaixe nesse perfil, a escola faz uma entrevista e identifica o grau de maturidade e a experiência que ela possui. Se não estiver apto, é recomendado que ele busque cursos de pós-graduação mais simples.

Apesar de a média de idade dos alunos de MBA ter caído de 38 para 32 anos, esse curso continua tendo como objetivo principal atender profissionais que já possuem vários anos de experiência profissional.

Demanda qualificada
A exigência de maturidade profissional acontece em função do perfil especifico dos cursos. Os MBAs são pós-graduações com foco em negócios e tratam de temas genéricos para a formação de executivos e gerentes nas áreas da
administração, marketing, finanças e outras.

Mauricio Aquino, diretor corporativo da área de energia que fez um MBA Executivo, destaca a importância de se aliar a prática com a teoria. “Todo conhecimento adquirido está me ajudando na manutenção do meu cargo atual e contribuindo na busca de posições mais importantes. Já apliquei um pouco de cada disciplina que cursei no dia a dia de trabalho”, considera.

A ANAMBA lembra que muitos cursos não atendem à regulamentação do Ministério da Educação (MEC) nem respeitam a carga horária mínima de 360 horas. Foi justamente para impedir a proliferação de cursos de má qualidade que em 2004, ano em que os MBAs tomaram força no país, representantes de 12 escolas de negócios decidiram criar a associação. “A demanda é constante e o mercado de trabalho é muito competitivo, o que contribuiu para o aumento na procura e oferta”, analisa Schulz.

Dalcoletto destaca que, hoje, a ANAMBA confere selos de credenciamento aos cursos que seguem suas regras. “Para ser certificado um bom MBA deve ter 75% de seu tempo dedicado a uma série de assuntos que cubram gestão, marketing, finanças, ética, sustentabilidade e tecnologia de informação.” Ele reforça que o programa que não segue essa grade pode ser um excelente curso de pós-graduação, mas não deve ser considerado um MBA.

Entenda o MBA
Período: de 1 a 2 anos.
Indicado para: profissionais que pretendem se especializar em carreira gerencial e administrativa.
Momento: com experiência mínima de mercado que varia de 3 a 5 anos.
Exigências: ser graduado e ter experiência profissional, apresentar currículo para análise.
Conclusão: trabalho de conclusão que concilia teoria e estudos de casos reais.
Dicas: visite as escolas, assista às aulas, informe-se com outros alunos.
Informação: Para informações sobre qualidade dos cursos procure a Associação Nacional de MBA (ANAMBA).

Colaboração:
Clayton Assunção
Fonte: Econnomia IG

Sucesso em seus negócios,

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21/10/2011 at 16:03 3 comentários


Desde 14/10/2011

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