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EDUCAÇÃO 2.0 – O MELHOR PROFESSOR DO MUNDO QUE CONQUISTOU ATÉ BILL GATES

Salman Khan

Salman Khan

Apoio: http://compre.vc/v2/760e75f4

Por: Jean Carvalho Silva

Se você não ouviu falar dele, certamente em breve ouvirá e possivelmente será útil a você e seus filhos, este é Salman Khan, fundador e professor da Khan Academy (www.khanacademy.org) uma organização sem fins lucrativos com a missão de oferecer uma educação de classe mundial livre para qualquer pessoa e em qualquer lugar.

Salman Khan, ou Sal, como é conhecido, é um jovem matemático americano de 35 anos, com muito entusiasmo e simplicidade se tornou um fenômeno dentro e fora da rede mundial de computadores. Já deu mais de 115 milhões de aulas na rede mundial para mais de 4 milhões de alunos e começa a revolucionar a tediosa e arcaica rotina escolar.

Antes da Khan Academy, Salman foi Analista Sênior em um fundo de hedge e também tinha trabalhado em tecnologia e capital de risco.

Com aproximadamente 2.700 vídeos e exercícios sobre mais de 40 áreas do conhecimento, e o melhor, disponibilizado em seu site gratuitamente, o jovem traduz com simplicidade desde os primeiros passos da matemática até os assuntos relevantes de história, como finanças e outros assuntos diversos.

O Jovem conseguiu atrair não só a atenção dos milhares de internautas, como também a dos três filhos de seu análogo à genialidade, Bill Gates fundador da gigante da informática Microsoft a qual também ficou entusiasmado com Sal Khan. O entusiasmo foi tanto que Gates convidou Sal para um encontro.

No encontro, as semelhanças ficaram evidentes, inclusive os dois estavam lendo o mesmo livro. O bilionário Gates surpreendeu Sal dizendo “Seu site pode dar início a uma revolução” e anunciou a doação de 1,5 milhão de dólares.

Salman Khan ganhou notoriedade, seu nome circula por todo lado, inclusive por especialistas em educação. Sal é formado em matemática, ciências da computação e engenharia elétrica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

O matemático produz até dez vídeos por dia e garante “O objetivo é cobrir todos os assuntos, de graça.”.

Seu QG funciona no 2º andar de uma casa em Mountain View, na Califórnia, uma das maiores cidades do Vale do Silício e, por consequência, sede de várias companhias de grande porte. Google, Red Hat, Mozilla Foundation/Mozilla Corporation, AOL, Yahoo e divisões da Microsoft (MSN, MSN Hotmail, Xbox) são algumas das companhias sediadas na cidade.

Seu arsenal de trabalho conta com um tablet conectado a um PC, uma câmera e uma caneta digital com a qual desenha os símbolos e gráficos em suas explanações que duram até 20 minutos.

Aproximadamente 6.000 salas de aula do mundo inteiro já adotam o método Khan de alguma forma. No Brasil já existe um projeto piloto em três escolas da rede municipal de São Paulo financiado pela Fundação Lemann (http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/) e conta com um grupo de professores que serão treinados para levar os vídeos e exercícios aos alunos.

Através de parcerias da fundação junto à Intel, serão disponibilizados no site (www.fundacacaolemann.org.br) da fundação os vídeos com dublagem em português.

Conheça mais sobre esse gênio e “intruso” da educação, que pretende revolucionar a educação a qual já está recebendo o nome de educação 2.0.

(O rockstar da educação – Exame, Edição especial: CEO Educação – ago/2011):

http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/uploads/exame_201108.pdf

(A aula de ponta-cabeça – Revista Veja – 11/12/2011):

http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/uploads/veja_20111211.pdf

(Professor popular pelo youtube inspira negócios de cursos online – Folha de São Paulo – 7/12/2011):

http://acervo.folha.com.br/fsp/2011/12/07/10

Sucesso em seus negócios,

16/02/2012 at 11:47 Deixe um comentário

AO DESENVOLVER COMPETÊNCIAS, TCC PODE DAR UM IMPULSO NA CARREIRA

O mercado de trabalho está, sim, cada vez mais competitivo. Profissionais com experiência, com cursos de especialização, MBAs, línguas, vivência internacional, trabalho voluntário, mestrado profissionalizante… Percebe-se, então, que a carreira deve começar o mais cedo possível e, por que não ainda na faculdade, desenvolvendo um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) que pode diferenciá-lo lá na frente?

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De acordo com o diretor-geral da Trabalhando.com, Renato Grinberg, o TCC pode ajudar de diferentes formas, mas é mais interessante desenvolver um tema que tenha aplicabilidade no mundo profissional. A professora doutora da PUC-SP, Nena Gerusa Cei, também recomenda que o tema escolhido “esteja adequado ao ramo que se pretende trabalhar”.

Mas, na prática, como esse trabalho, normalmente feito no último ano da faculdade, pode ajudar o profissional? Grinberg explica que o TCC permite que o estudante desenvolva diversas competências. “No TCC a pessoa trabalha com diversos fatores, como o trabalho em grupo, a pesquisa, o dead line, o trabalho sob pressão”, diz Grinberg, ressaltando que são elementos valorizados por todas as empresas.

O diferencial
Essas competências serão um diferencial, sobretudo para aqueles que não têm experiência profissional. Tendo se dedicado ao TCC o estudante consegue falar em uma entrevista de emprego sobre as competências que desenvolveu durante o projeto, os desafios que enfrentou e como lidou com eles, e o que aprendeu com o tema.

Para os que já estão no mercado de trabalho, o aproveitamento pode ser ainda maior. Grinberg sugere que o tema do TCC seja baseado em algum problema da área de atuação, no sentido de encontrar uma resposta ou solução. “É interessante optar por um estudo de caso concreto, que ele queira solucionar”, concorda Nena.

Mas não esqueça que o assunto do TCC deve ser atraente para o aluno. “É muito difícil fazer um bom trabalho se o estudante não tiver interesse no assunto”, observa Nena. Outra recomendação é apresentar a ideia que pretende desenvolver para algum profissional com mais experiência, como o gestor da sua área, por exemplo. Ele pode, inclusive, mostrar um caminho que você não havia pensado, algo ainda mais interessante.

Nena ainda ressalta que o TCC ajuda os estudantes a se aprofundar em um determinado assunto, e é exatamente por isso que se deve escolher um tema relacionado a sua área de atuação. Na prática, se um aluno de administração que optou por seguir na área de supply chain, ao desenvolver um TCC baseado em uma questão desse segmento, estará complementando sua formação.

Dependendo do estudo de caso e dos resultados, a própria empresa pode querer utilizar a pesquisa. Caso tenha descoberto algum padrão interessante no comportamento dos consumidores, e isso de alguma forma possa influenciar uma ação de marketing, as empresas podem valorizar a produção do aluno.

Na maioria das áreas essa lógica se aplica. É possível discutir no TCC a parte tributária da empresa em que atua, ou mesmo a criação de um pequeno negócio, e, de fato, criá-lo. Porém, para qualquer caso, é importante, antes de escolher o tema, se certificar que terá acesso aos dados que pretende manipular, sejam informações específicas, fontes que possa falar sobre o tema, dados ou documentos.

Grinberg finaliza afirmando que os estudantes não precisam ficar tão preocupados com um tema absolutamente genial ou que se propõe a solucionar uma questão de um milhão de dólares. O mais importante serão as competências desenvolvidas ao longo da pesquisa, que são aplicáveis a qualquer tipo de emprego e valorizadas por todos empregadores. O empenho, a dedicação, a pesquisa, a busca por dados e o trabalho em equipe, por exemplo.

Fonte: http://www.trabalhando.com e Infomoney

Sucesso em seus negócios,

11/02/2012 at 13:04 Deixe um comentário

EMPREENDEDORES NÃO PRECISAM DE CURSO SUPERIOR

 

diploma

O início de um novo ano é o momento ideal de pensar nas realizações que poderão ser colocadas em prática nos próximos 12 meses e não se esquecer de sonhar grande! Os empreendedores agem dessa forma e se preparam para os desafios. Alguns buscam cursos, treinamentos e demais fontes de informação e educação de negócios, mas outros nem pensam em estudar.

A formação empreendedora tem estado em evidência nos últimos tempos e a tendência é continuar a ser foco das atenções de escolas de negócios, empresas e dos empreendedores. Mas há controvérsias. O jornal Valor Econômico recentemente publicou um artigo de Luke Johnson, colunista do Financial Times, sobre educação empreendedora, reproduzido a seguir na íntegra. O que você acha, os empreendedores precisam ou não de educação formal em negócios?

É isso aí.

Empreendedores não precisam das escolas de primeira linha, por Luke Johnson

Pessoas que venceram por seu próprio esforço muitas vezes dão mostras de encarar de forma incoerente o ensino superior. Embora tenham obtido sucesso sem ele, querem que seus filhos usufruam de toda a aprendizagem formal disponível. Mas será que um diploma é um ativo real para um aspirante a empreendedor?

Peter Thiel, o bilionário cofundador da PayPal, está convencido de que existe uma bolha na educação universitária americana. Ele considera que a crença, predominante na “intelligentsia”, na vantagem financeira oferecida por qualificações como um MSc (mestrado em ciências exatas), um PhD (doutorado) ou MBA (mestrado em administração de empresas) é irracional. O custo de uma formação acadêmica já vem disparando há anos, mas, até a recessão, poucos duvidavam de que o enorme investimento era uma ideia sensata.

Os pais quase se matam para pagar mensalidades de escolas particulares e o custo de faculdades de renome. Certificar-se de que os filhos tirem as melhores notas e ingressem nos cursos mais conceituados se tornou quase um artigo de fé religiosa entre os profissionais liberais. Nos Estados Unidos, as universidades de primeira linha, coletivamente conhecidas como Ivy League, como as de Harvard e Princeton, entre outras, cobram US$ 50 mil anuais. E devido à obstinação de dezenas de milhões de asiáticos, mais vagas nas cobiçadas universidades ocidentais estão sendo abocanhadas por estudantes chineses e indianos.

Minha atitude perante a educação formal é analogamente equivocada. Embora eu tenha recebido um grau de mestre de uma boa universidade, quase não o usei no meu trabalho. Talvez ele tenha me dado confiança e contatos – embora eu tenha certeza de que esses elementos poderiam ter sido adquiridos de outras formas. Foi certamente um período agradável – mas não as aulas expositivas, pois eu nunca as frequentei, nem as aulas práticas – eu as matei também.

A melhor experiência de meus três anos de Oxford foi inaugurar uma empresa, coisa que nada tinha a ver com meu diploma em fisiologia. Desconfio que muitos estudantes passam a maior parte do tempo bebendo, fazendo amor, dormindo até mais tarde, participando de protestos e assim por diante. Será que isso vale todo o tempo e o dinheiro investidos? A pergunta cabe principalmente agora, quando os alunos se formam endividados até o pescoço, ao mesmo tempo em que se defrontam com um número menor de empregos.

Fiz palestras em doze universidades no Reino Unido nos últimos meses, e em todas os bacharelandos estudam a possibilidade de formar empresas como alternativa às carreiras clássicas em direito, consultoria empresarial e mercado financeiro. Esse espírito empreendedor é uma notícia maravilhosa, mas duvido que as aulas os ajudem em seus empreendimentos. Por que passar anos esperando? O melhor treinamento é simplesmente sair e pôr a mão na massa.

A academia precisa de reformas. As universidades deveriam oferecer cursos mais práticos. As férias são longas e o contrato permanente de trabalho para os professores é um sistema tenebroso. Elas deveriam se desacostumar dos subsídios governamentais e se comprometer mais com o capitalismo. Os contribuintes deveriam receber um melhor retorno da pesquisa que financiam. A ampla criação de riqueza de instituições como Stanford e MIT mostra o caminho. Por outro lado, me preocupa o fato de que a tomada de decisões dentro de nossas torres de marfim evolua a passos de tartaruga.

Mesmo assim, muitos de nós continuam escravos do status que as instituições de ensino são capazes de conferir. Recentemente me tornei professor-visitante de empreendedorismo numa universidade de Londres – aceitei o honroso cargo em parte por vaidade. Da mesma forma, estive no programa “University Challenge” na BBC2, desesperadamente sem conseguir responder a maior parte das perguntas. Em última instância, sei que as universidades e a formação acadêmica têm importância vital, tanto econômica quanto culturalmente – e que a maioria dos professores faz um bom trabalho. Mas desconfio que a iminente depuração, por seleção natural, da educação superior pode ser um bem para todos.

Fonte: http://www.josedornelas.com.br

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06/02/2012 at 10:26 Deixe um comentário

QUAL O MELHOR MOMENTO PARA FAZER MBA?

APESAR DE AUMENTO NA OFERTA, MBA DEVE SER ESCOLHIDO COM CUIDADO
Especialista afirma que alunos recém-graduados devem adquirir mais tempo de experiência antes de optar por esse tipo de curso

QUAL O MELHOR MOMENTO PARA FAZER MBA?

“Sugerimos que o candidato a MBA tenha de 3 a 5 anos de experiência no mercado de trabalho”, diz John Schulz, da Brazilian Business School (BBS)

A oferta de cursos de pós-graduação conhecidos como MBAs (Mestrado em Administração e Negócios, em inglês) é cada vez maior. Mas, de acordo com Armando Dalcoletto, secretário executivo da Associação Nacional de MBA (ANAMBA), é importante saber procurar um curso de qualidade em meio a tanta oferta. E, além disso, o candidato deve analisar se está no momento de carreira ideal para aproveitar bem esse tipo de formação.

“O primeiro item a ser considerado é em que estágio da carreira que o profissional está”, alerta John Schulz, sócio-fundador da Brazilian Business School (BBS). “Há pessoas recém-formadas que já querem fazer um MBA. Sugerimos que o candidato tenha de 3 a 5 anos de experiência.”

Caso o aluno não se encaixe nesse perfil, a escola faz uma entrevista e identifica o grau de maturidade e a experiência que ela possui. Se não estiver apto, é recomendado que ele busque cursos de pós-graduação mais simples.

Apesar de a média de idade dos alunos de MBA ter caído de 38 para 32 anos, esse curso continua tendo como objetivo principal atender profissionais que já possuem vários anos de experiência profissional.

Demanda qualificada
A exigência de maturidade profissional acontece em função do perfil especifico dos cursos. Os MBAs são pós-graduações com foco em negócios e tratam de temas genéricos para a formação de executivos e gerentes nas áreas da
administração, marketing, finanças e outras.

Mauricio Aquino, diretor corporativo da área de energia que fez um MBA Executivo, destaca a importância de se aliar a prática com a teoria. “Todo conhecimento adquirido está me ajudando na manutenção do meu cargo atual e contribuindo na busca de posições mais importantes. Já apliquei um pouco de cada disciplina que cursei no dia a dia de trabalho”, considera.

A ANAMBA lembra que muitos cursos não atendem à regulamentação do Ministério da Educação (MEC) nem respeitam a carga horária mínima de 360 horas. Foi justamente para impedir a proliferação de cursos de má qualidade que em 2004, ano em que os MBAs tomaram força no país, representantes de 12 escolas de negócios decidiram criar a associação. “A demanda é constante e o mercado de trabalho é muito competitivo, o que contribuiu para o aumento na procura e oferta”, analisa Schulz.

Dalcoletto destaca que, hoje, a ANAMBA confere selos de credenciamento aos cursos que seguem suas regras. “Para ser certificado um bom MBA deve ter 75% de seu tempo dedicado a uma série de assuntos que cubram gestão, marketing, finanças, ética, sustentabilidade e tecnologia de informação.” Ele reforça que o programa que não segue essa grade pode ser um excelente curso de pós-graduação, mas não deve ser considerado um MBA.

Entenda o MBA
Período: de 1 a 2 anos.
Indicado para: profissionais que pretendem se especializar em carreira gerencial e administrativa.
Momento: com experiência mínima de mercado que varia de 3 a 5 anos.
Exigências: ser graduado e ter experiência profissional, apresentar currículo para análise.
Conclusão: trabalho de conclusão que concilia teoria e estudos de casos reais.
Dicas: visite as escolas, assista às aulas, informe-se com outros alunos.
Informação: Para informações sobre qualidade dos cursos procure a Associação Nacional de MBA (ANAMBA).

Colaboração:
Clayton Assunção
Fonte: Econnomia IG

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21/10/2011 at 16:03 3 comentários


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